Isso envolve principalmente o risco de pessoal. Portanto, é importante determinar se a pessoa que lidera a entidade que representa o consórcio possui as qualificações de gestão adequadas. A seleção da entidade certa impacta, em última análise, a eficiência operacional de todo o consórcio. Definir um objetivo comum para o qual os membros do consórcio pretendam trabalhar juntos também pode representar um risco econômico potencial. É importante considerar se um determinado projeto é objetivamente alcançável e dentro de qual prazo.
Portanto, é necessário preparar um plano preliminar de projeto para o consórcio, adquirir matérias-primas e equipamentos técnicos, reunir pessoal administrativo, financeiro e técnico profissional e, acima de tudo, financiar o objetivo. Uma vez acordados os aspectos acima pelos participantes do consórcio, surge um problema fundamental que o consórcio pode enfrentar: a coordenação das atividades. Esse risco é particularmente pronunciado em consórcios compostos por um grande número de entidades. A coordenação adequada, ao contrário dos fatores mencionados acima, é um risco constante.
Ela deve receber atenção especial ao longo de todo o projeto. Interrupções nessa área frequentemente eliminam até mesmo os projetos objetivamente mais confiáveis. Considerando que o foco principal das atividades de um consórcio reside nos contatos com terceiros, é possível identificar uma série de riscos relacionados a relações jurídicas externas. No caso de riscos internos, o impacto é principalmente relacionado ao negócio, podendo resultar no fracasso da joint venture. No caso de riscos externos, a alocação jurídica desses riscos entre todos os membros do consórcio deve ser racional. Portanto, é essencial desenvolver uma chave para essa alocação.